O Diabo, mais do que apenas superstição
Quão ampla é a influência do Diabo? “O mundo inteiro jaz no poder do iníquo”, diz o apóstolo João. (1 João 5:19) Naturalmente, não devemos ter obsessão pelo Diabo, nem permitir que o medo supersticioso dele nos paralise. É sensato, porém, estarmos alertas aos seus esforços de nos cegar para com a verdade e de quebrar a nossa integridade a Deus. — Jó 2:3-5; 2 Coríntios 4:3, 4.
“O Novo Testamento por toda parte vê um grande conflito entre as forças de Deus e do bem, por um lado, [e] as forças do mal, lideradas por Satanás, por outro lado. Não se trata do conceito emitido por um ou outro escritor sagrado, mas é comum a todos eles. . . . O testemunho do Novo Testamento, por conseguinte, é claro. Satanás é uma perversa realidade, sempre hostil contra Deus e contra o povo de Deus.” — “O Novo Dicionário da Bíblia”.
Sendo assim, por que muitos que professam o cristianismo — e que afirmam crer na Bíblia — rejeitam a idéia de que existe um Diabo real? Porque, na verdade, eles não aceitam a Bíblia como a Palavra de Deus. ( Jeremias 8:9) Os escritores bíblicos, dizem eles, refletiram as filosofias das nações que os cercavam, e eles não transmitiram corretamente a verdade de Deus. O teólogo católico Hans Küng, por exemplo, escreveu: “Conceitos mitológicos de Satanás com legiões de demônios . . . migraram da mitologia babilônica para o judaísmo primitivo e dali para o Novo Testamento.”
Mas a Bíblia não é mera palavra de homens; é realmente a inspirada Palavra de Deus. É sábio, pois, levar a sério o que ela diz a respeito do Diabo. — 2 Timóteo 3:14-17; 2 Pedro 1:20, 21.