( Outubro 31, 2008 )

Fidelidade, um modo de vida

As pessoas admiram a fidelidade não só num gêiser, que regularmente esguicha até quase 40.000 litros de vapor e água até uma altura de 30 a 45 metros, mas especialmente nas pessoas que têm um modo de vida que as torna fidedignas e de confiança. Mesmo no mundo comercial, o que se procura na pessoa a que se confia responsabilidade é a fidelidade. Veja 1 Coríntios 4:2.
Mas, no que se refere a demonstrar a fidelidade em grau superlativo, de quem nos lembramos especialmente? Não deve ser outro senão Deus, o “Criador fiel” dos céus e da terra. (1 Ped. 4:19) Embora um gêiser possa ser símbolo apropriado de fidelidade para os homens, certamente seria uma representação deficiente da fidelidade imutável de Deus. Todos os gêiseres tornam-se instáveis ou inativos com o passar do tempo. Mas não o Criador. Por isso, o durável sol e a lua são símbolos mais apropriados da imutabilidade de Seu propósito, de Sua fidelidade e fidedignidade imaculada. — Sal. 89:36, 37; 104:19.
Nós devemos nos empenhar em imitar a esse belo exemplo, e procurar seguir um modo de vida assim.

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( Outubro 29, 2008 )

Os humanos tornam-se anjos quando morrem?

Apesar de poucas religiões apoiarem oficialmente esse entendimento, muitos acreditam profundamente que os anjos são almas de humanos que faleceram. A mídia popularizou essa idéia por meio de filmes e seriados de TV que retratam pessoas falecidas que se tornam anjos ao ajudar e proteger os viventes.
Será que realmente há base para você acreditar que seus entes queridos se tornam anjos quando morrem? O que a Bíblia ensina sobre esse assunto? Para responder a essas perguntas, considere primeiro o que as Escrituras Sagradas na verdade dizem a respeito da natureza dos anjos e da real condição dos mortos.
Os anjos são servos de Deus invisíveis e poderosos que habitam o domínio espiritual. A existência deles não tem nenhuma relação com a existência dos humanos. Os anjos são espíritos criados por Deus. A Bíblia revela que muitos milhões de fiéis criaturas celestiais, incluindo serafins e querubins, servem obedientemente em papéis específicos de acordo com sua posição e designação. (Salmo 103:20, 21; Isaías 6:1-7; Daniel 7:9, 10)
A Bíblia mostra que os anjos foram criados muito antes dos humanos. (Jó 38:4-7) Portanto, eles já existiam incontáveis eras antes de o homem surgir na Terra.
Além disso, a natureza dos anjos e a posição ocupada por eles no propósito de Deus são muito diferentes da natureza humana e do papel dos humanos no propósito divino.* Deus criou o homem “um pouco menor que os anjos”, por isso essas criaturas espirituais são corretamente consideradas sobre-humanas; os anjos têm maior capacidade mental e mais poder. (Hebreus 2:7) A “moradia correta” deles é o céu. (Judas 6) Quanto aos humanos, o propósito original de Deus era que vivessem para sempre na Terra. (Gênesis 1:28; 2:17; Salmo 37:29) Se o primeiro casal humano tivesse sido obediente a Deus, nunca teria morrido. Portanto, desde o início, os humanos e os anjos têm papéis muito diferentes no propósito de Deus.

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( Outubro 28, 2008 )

Deus, seu conhecido ou seu amigo?

Muitas pessoas fazem mau uso que alguns fazem da palavra “amigo”. Na realidade, eles se referem apenas a um “conhecido” ou às vezes nem mesmo chega a ser isso. A falta de forte apego pessoal ajuda a explicar por que muitas vezes damos pouca atenção ao que está acontecendo com conhecidos, ao passo que nos sentimos afetuosamente envolvidos na vida de nossos amigos. Compartilhamos as alegrias e as tristezas deles, deixando-as afetar-nos profundamente. É claro que temos de ter cuidado para não permitir que o envolvimento emocional nos induza a intrometer-nos em assuntos particulares deles. — 1 Pedro 4:15.
A amizade com alguém, no que se refere à confiança, à afeição, ao respeito e à lealdade, exige um grau maior de responsabilidade do que apenas conhecê-lo. Aquele que quer ser amigo de alguém, mas sem que isso envolva responsabilidades, na realidade apenas quer ser conhecido, não amigo dele. Amigos íntimos têm prazer em cumprir com as responsabilidades que o forte apego pessoal acarreta, percebendo que estas lhe oferecem a oportunidade de provar sua amizade.
A Amizade com Deus é muito satisfatória e importante, mas equer alguns requisitos das pessoas que a buscam. Não havendo confiança, nenhuma relação, quer com humanos, quer com Deus, pode durar muito. Confoar em Deus então, é uma das coisas a se fazer. Um requisito adicional da amizade com Deus é satisfazer as obrigações que esta amizade impõe. Vão além de querermos agradá-lo em algumas coisas — como faríamos no caso de um amigo humano. Incluem querermos agradá-lo em todas as coisas. Jesus, o Filho e amigo mais íntimo de Deus, mostrou isso quando disse a respeito de Deus: “Faço sempre as coisas que lhe agradam.” — João 8:29.
Outro requisito da amizade é uma comunicação aberta e franca. No dia em que Jesus morreu, ele disse aos seus fiéis apóstolos: “Não mais vos chamo de escravos, porque o escravo não sabe o que seu amo faz. Mas, eu vos chamei de amigos, porque todas as coisas que tenho ouvido do meu Pai vos tenho deixado saber.” (João 15:15) Ao compartilhar idéias com os amigos, Jesus seguia o exemplo de seu Pai celestial, a respeito de quem Amós 3:7 diz: “O Soberano Senhor não fará coisa alguma sem ter revelado seu assunto confidencial aos seus servos, os profetas.”
Assim se dá com nossa amizade com Deus. Mal podemos esperar chegar-nos a ele em oração, revelando-lhe nossas necessidades, nossos desejos e nossos sentimentos mais íntimos. Naturalmente, quando a comunicação é unilateral, a amizade logo acaba. De modo que devemos também estar dispostos a deixar que Deus nos fale. Fazemos isso por acatar cuidadosamente a sua Palavra escrita, por meditar no Seu conselho e por aplicá-lo então do melhor modo possível.

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( Outubro 27, 2008 )

Existe um Deus Que se Importa?

Se ele realmente se importa conosco, então por que permite que continuem a iniqüidade e o sofrimento?
Pessoas de reflexão, em toda a parte, fazem perguntas assim. E fazem-nas com bons motivos, porque a família humana, durante séculos, tem sofrido muito com as horríveis guerras, a escassez de alimentos, a pobreza, os crimes e as doenças. Também a injustiça e a opressão têm causado muito pesar. O mesmo tem acontecido com calamidades tais como inundações e terremotos. É bastante freqüente que os inocentes sofram, sem que tenham qualquer culpa. Será que tudo isso prova que Deus não se importa com o que acontece conosco? Será que há alguma esperança genuína de um mundo melhor, em que possamos realmente usufruir a vida na terra de modo pleno, livres de todas essas dificuldades?
Tais perguntas exigem respostas verídicas e satisfatórias. Mas não é nem verídico, nem satisfatório, ser informado de que “é da vontade de Deus que soframos”, ou: “Essas são coisas que não somos capazes de entender.” Se Deus soube criar o espantoso universo de tanta ordem maravilhosa, certamente teve um bom motivo para deixar que os homens ficassem tão desenfreados. Será que tal Criador não se importaria o bastante com a sua própria criação humana, para dizer-nos por que permitiu a iniqüidade? Não é sensato supor que ele corrija essas condições ruins, no tempo devido, quando tem o poder de fazer isso? Qualquer pai amoroso faria isso para seus filhos, caso pudesse. Certamente, um Criador Todo-poderoso, todo-sábio e amoroso não faria menos para com seus próprios filhos terrestres.
? Há apenas uma fonte da qual o Criador afirma estar autorizada por ele para nos informar sobre o que aconteceu e o motivo disso. Esta fonte é a Bíblia, a qual diz: “Toda a Escritura é inspirada por Deus.” (2 Timóteo 3:16) Isto não nos deve surpreender, pois, se Deus teve o poder de criar o espantoso universo, certamente pôde também tornar-se o autor dum livro.
E nesse livro podemos encontrar explicações não só para essa dúvida, mas muitas outras. Deus se importa, e você?

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( Outubro 24, 2008 )

A adoração de quem Deus aceita?

Um dos requisitos para Deus aceitar a nossa adoração é adorar com espirito e verdade. Jesus disse: “Vem a hora, e agora é, quando os verdadeiros adoradores adorarão o Pai com espírito e verdade, pois, deveras, o Pai está procurando a tais para o adorarem. Deus é Espírito, e os que o adoram têm de adorá-lo com espírito e verdade.” (João 4:23, 24) Temos de adorar a Deus “com espírito”, motivados por um coração cheio de fé e amor. É possível adorar a Deus ‘com verdade’ por estudar a sua Palavra, a Bíblia, e por adorá-lo segundo a sua verdade revelada.
Um segundo requisito é outra coisa que Jesus disse. Jesus frisou que Deus deseja adoração verdadeira. Isto mostra que existem formas de adoração inaceitáveis a Jeová. Adorar a Deus significa dar-lhe honra reverente e render-lhe serviço sagrado. Se você desejasse honrar um governante poderoso, com certeza estaria ansioso de servi-lo e fazer o que agradasse a ele. Certamente, pois, nós desejamos agradar a Deus. Portanto, em vez de apenas dizer ‘estou satisfeito com a minha religião’, temos de nos certificar de que a nossa adoração atenda aos requisitos de Deus, e esses requisitos são claramente explicitos pela bíblia.

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( Outubro 23, 2008 )

O Diabo, mais do que apenas superstição

Quão ampla é a influência do Diabo? “O mundo inteiro jaz no poder do iníquo”, diz o apóstolo João. (1 João 5:19) Naturalmente, não devemos ter obsessão pelo Diabo, nem permitir que o medo supersticioso dele nos paralise. É sensato, porém, estarmos alertas aos seus esforços de nos cegar para com a verdade e de quebrar a nossa integridade a Deus. — Jó 2:3-5; 2 Coríntios 4:3, 4.
“O Novo Testamento por toda parte vê um grande conflito entre as forças de Deus e do bem, por um lado, [e] as forças do mal, lideradas por Satanás, por outro lado. Não se trata do conceito emitido por um ou outro escritor sagrado, mas é comum a todos eles. . . . O testemunho do Novo Testamento, por conseguinte, é claro. Satanás é uma perversa realidade, sempre hostil contra Deus e contra o povo de Deus.” — “O Novo Dicionário da Bíblia”.
Sendo assim, por que muitos que professam o cristianismo — e que afirmam crer na Bíblia — rejeitam a idéia de que existe um Diabo real? Porque, na verdade, eles não aceitam a Bíblia como a Palavra de Deus. ( Jeremias 8:9) Os escritores bíblicos, dizem eles, refletiram as filosofias das nações que os cercavam, e eles não transmitiram corretamente a verdade de Deus. O teólogo católico Hans Küng, por exemplo, escreveu: “Conceitos mitológicos de Satanás com legiões de demônios . . . migraram da mitologia babilônica para o judaísmo primitivo e dali para o Novo Testamento.”
Mas a Bíblia não é mera palavra de homens; é realmente a inspirada Palavra de Deus. É sábio, pois, levar a sério o que ela diz a respeito do Diabo. — 2 Timóteo 3:14-17; 2 Pedro 1:20, 21.

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( Outubro 23, 2008 )

Será Que Deus é Indiferente e Insensível?

Muitos acham que a resposta a essa pergunta é Sim. ‘Se Deus se importasse’, pensam eles, ‘será que este mundo não seria um lugar bem diferente?’ Vemos ao nosso redor um mundo cheio de guerras, ódio e sofrimento. E todos nós estamos sujeitos a adoecer, sofrer e perder pessoas amadas. Assim, muitos perguntam: ‘Se Deus se importasse conosco e com os nossos problemas, não impediria que tais coisas acontecessem?’
Pior ainda, instrutores religiosos às vezes levam as pessoas a pensar que Deus é insensível. Como assim? Em casos de tragédia, por exemplo, eles dizem que essa é a vontade de Deus. Na realidade, tais instrutores culpam a Deus pelas coisas ruins que acontecem. É essa a verdade a respeito de Deus? O que a Bíblia realmente ensina? Tiago 1:13 responde: “Quando posto à prova, ninguém diga: ‘Estou sendo provado por Deus.’ Pois, por coisas más, Deus não pode ser provado, nem prova ele a alguém.” Portanto, Deus jamais é o causador da perversidade que vemos no mundo ao nosso redor. (Jó 34:10-12) Ele permite que certas coisas ruins aconteçam, é verdade. Mas existe uma enorme diferença entre permitir que algo aconteça e causar isso.
Por exemplo, pense no caso de um pai sábio e amoroso que tenha um filho adulto que ainda mora com os pais. Se esse filho se torna rebelde e decide sair de casa, o pai não o impede de fazer isso. Se ele escolhe um mau caminho na vida e se mete em dificuldades, será que o pai é o causador dos problemas do filho? Não. (Lucas 15:11-13) Da mesma forma, Deus não impediu os humanos de seguirem o mau caminho que escolheram, mas ele não é o causador dos problemas que resultaram disso. Certamente, pois, seria injusto culpar a Deus por todos os problemas da humanidade.

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( Outubro 23, 2008 )

Qual é a verdade sobre Deus?

Já observou como as crianças gostam de fazer perguntas? Muitas começam a fazer perguntas assim que aprendem a falar. Com olhos bem abertos e aguardando uma resposta, elas olham para você e perguntam coisas tais como: Por que o céu é azul? De que são feitas as estrelas? Quem ensinou os passarinhos a cantar? Você talvez se esforce em responder, mas isso nem sempre é fácil. Por melhor que seja a sua resposta, ela talvez resulte numa outra pergunta: Por quê?
Nós também, em idade adulta fazemos muitas perguntas, isso é normal, pois é um meio de satisfazermos nossa curiosidade sobre algum aspecto da nossa vida. À medida que crescemos, continuamos a fazer perguntas. Fazemos isso para achar o nosso rumo na vida, para saber os perigos que temos de evitar ou para satisfazer a nossa curiosidade. Mas parece que muitos desistem de fazer perguntas, em especial as mais importantes. Ou pelo menos desistem de procurar as respostas. Essas perguntas mais importantes estão entre o grupo das seguintes:
Será que Deus realmente se importa com você?
Como ele é? Ele tem nome?
É possível achegar-se a Deus?
Conhecer as respostas a essas perguntas é essencial, pois pode nos trazer muita alegria. Se você ‘persistir’ em buscar respostas às perguntas importantes, verá que essa busca pode ser muito recompensadora. (Provérbios 2:1-5) Independentemente do que outros talvez lhe tenham dito, as respostas existem, e você poderá encontrá-las — na Bíblia. As respostas não são muito difíceis. Melhor ainda, elas dão esperança e alegria. E podem ajudá-lo a ter uma vida satisfatória já agora. Isso pode ser feito através de um estudo cabal da bíblia.

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( Outubro 23, 2008 )

Por Que Existe Tanto Sofrimento?

Pessoas de várias religiões recorrem a seus líderes e instrutores religiosos para saber por que existe tanto sofrimento. A resposta, em geral, é que o sofrimento é da vontade de Deus e que ele há muito tempo determinou tudo o que iria acontecer, incluindo as tragédias. Muitos são informados de que os caminhos de Deus são misteriosos, ou que ele causa a morte de pessoas — até mesmo de crianças — para tê-las junto de si no céu. Mas, como já vimos, Jeová jamais causa o mal. A Bíblia diz: “Longe está do verdadeiro Deus agir ele iniquamente, e do Todo-poderoso agir injustamente!” — Jó 34:10.
Você sabe por que as pessoas cometem o erro de culpar a Deus por todo o sofrimento no mundo? Em muitos casos, elas culpam o Deus Todo-Poderoso porque pensam que ele seja o verdadeiro governante deste mundo. Elas não conhecem uma verdade bíblica simples, porém muito importante.
O verdadeiro governante deste mundo é Satanás, o Diabo.
A Bíblia diz claramente: “O mundo inteiro jaz no poder do iníquo.” (1 João 5:19) Pensando bem, não faz sentido isso? Este mundo reflete a personalidade da criatura espiritual invisível que está “desencaminhando toda a terra habitada”. (Revelação [Apocalipse] 12:9) Satanás é odioso, enganador e cruel. Portanto, o mundo, sob sua influência, está cheio de ódio, engano e crueldade. Essa é uma das razões de existir tanto sofrimento.
Uma segunda razão de existir tanto sofrimento é que a humanidade é imperfeita e pecadora desde a rebelião no jardim do Éden. Os humanos pecaminosos tendem a lutar por domínio, e isso resulta em guerras, opressão e sofrimento. (Eclesiastes 4:1; 8:9) Uma terceira razão do sofrimento é que “o tempo e o imprevisto sobrevêm a todos”. (Eclesiastes 9:11)
É consolador saber que Deus não causa o sofrimento. Ele não é responsável pelas guerras, pelos crimes, pela opressão, nem mesmo pelos desastres naturais que fazem as pessoas sofrer.

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( Outubro 23, 2008 )

O sofrimento resulta de uma vida anterior?

No mundo todo, milhões acreditam que a raiz do sofrimento está no passado da pessoa; que o sofrimento atual é um castigo pelo que ela fez numa vida anterior. “O sofrimento humano se deve a estarmos vinculados ao carma, pois todos nós, assim que nascemos, carregamos um fardo pesado do carma passado.” Esse conceito foi expresso por Daisetz T. Suzuki, filósofo que popularizou o zen-budismo na sociedade ocidental. Os sábios hindus haviam criado “a lei do carma” na tentativa de explicar o sofrimento humano. Mas trata-se de uma explicação razoável, ou realmente satisfatória, para o sofrimento?
Pensar assim é o que pode trazer ainda mais sofrimento. Tais conceitos são generalizados, mas que prova há de que são corretos? Em assuntos importantes como esse, não é mais sábio basear-se no que diz o Criador? Embora conceitos e fortes convicções de humanos possam estar equivocados, vimos que as declarações de Deus são confiáveis.
Nosso Criador não promove nem concorda com os ensinos do carma, dos ciclos de renascimento, ou de uma alma imortal que possa sofrer numa existência posterior. Porém, se entendermos quais são os efeitos do pecado de Adão, poderemos compreender melhor por que existe o sofrimento hoje.
O pecado de nossos primeiros pais humanos foi responsável pela pior tragédia humana: a morte. O Criador avisou Adão: “No dia em que [desobedeceres, ou pecares,] positivamente morrerás.” (Gênesis 2:17; 3:19) Deus não fez nenhuma menção de Adão ter uma alma imortal; ele era humano. Em termos bíblicos, isso significa que ele era uma alma. Assim, quando ele morreu, a alma chamada Adão morreu. Depois disso ele não estava mais consciente nem sofria. Se houvesse sofrimento por causa de erros cometidos em uma vida passada, quem seria culpado pelo sofrimento de nossos primeiros pais? Eles foram a primeira criação humana, não tinham uma vida passada.
Ter isso em mente pode ser de ajuda para entendermos que o conceito da bíblia e por consequencia o de Deus é que o sofrimento existe por causa dos nossos próprios pecados.

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